Aprendi que existe uma força inerente ao desejo, quando esse desejo é alienado ao amor.
Alienado sim, no sentido de estar tão preso ao amor, tão sem identidade de ser desejo, que termina por ser o próprio amor a alguma realização, autorealização, a alguém, a Deus.
E o mais difícil a nós, seres tão emocionais, é transformar qualquer sentimento - principalmente os contrários - em amor.
Paz, alegria, contentamento, satisfação... Esses são bem fáceis. Mas medo, angústia, desespero, tristeza... Esses são considerados imutáveis. Vejam, CONSIDERADOS.
Mas sabe onde está o SEGREDO para a extrapolação? NA NOSSA CONSCIÊNCIA.
Até nisso, Deus nos deu livre arbítrio.
Mas como escolher sentir amor numa situação em que tenho tanta raiva de alguém?
NÃO É SIMPLES. EU TEREI QUE ENVOLVER UM ESFORÇO CONSCIENTE.
Primeiro eu terei que ter a CONSCIÊNCIA do sentimento que ocupa a situação;
Segundo eu terei que me permitir, em meio a isso, a sentir o AMOR.
Mas como???????
Mentalizando algo bom, que me transborde de amor: Minha família, uma criança querida, um bichinho, Deus...
Terceiro, nesse sentimento eu irei mentalizar, de forma POSITIVA, a minha realização.
Não é fácil. Não é difícil. Só é o que é.
Coisas maravilhosas acontecem em minha vida quando envolvo o amor.
O orgulho, o preconceito, a insitência em me manter no estado, a não aceitação, são impeditivos de me autoralizar.
Na vingança, nos maus pensamentos, nos maus sentimentos, as coisas um dia terminam por culminar em meu próprio envenenamento.
Por isso, por só desejar o meu bem, eu aprendi, faz pouco tempo, que eu tenho que trazer A TODO O TEMPO, de maneira consciente, o amor em minha vida.
Porque EU escolhi ser feliz.

